segunda-feira, 23 de junho de 2008

A Caminho Do Sucesso

Ao chegar aos 18 anos, muitos jovens se deparam com uma decisão muito importante em suas vidas, a escolha da profissão. Apesar de tão tenra a idade, eles precisam escolher, desde cedo, qual carreira irão se dedicar. Mas nem sempre é fácil decidir, pois são muitos os caminhos, e longa a lista de cursos universitários.
Alguns desses alunos, se decidem sem nenhum grau de dificuldade, como no caso da estudante de administração Cassia Savelli , de 26 anos. Ela conta que optou por este curso quando tinha 10 anos de idade, ao visualizar na televisão as mulheres com roupas que ela achava elegantes, e com uma pastinha preta e óculos, o que lhe passava a sensação de que eram muito inteligentes. " Pensava: um dia serei como aquelas mulheres da televisão, terei uma pasta preta e uma grande empresa para dirigir". Hoje, no 5º período de administração, ela sonha alto, quer ser uma das executivas de maior destaque no Brasil.



O caminho de Andressa Santos Amorim parecia muito mais rápido para decidir entre as três carreiras que ela sempre quis seguir, Direito, Jornalismo ou Psicologia ela decidiu o que fazer somente as vésperas do vestibular. Hoje com 21 anos, ela conta que se decidiu aos 18, após assistir uma palestra na UFMG(Universidade Federal do Estado de Minas Gerais). O tema, eram os cursos universitários, e logo após a palestra que fala de jornalismo, veio a de Relações Públicas, e ela se interessou muito. Ela conta que pensava RP, carinhosamente chamado o curso que faz hoje, era responsável apenas por fazer festas, mas ela descobriu que sua área de atuação vi muito além disso. Segundo Andressa, o profissional de RP sabe elaborar e organizar sim um bom evento, mas um evento empresarial de grande porte. Além de poderá atuar em assessorias de imprensa, área com que ela se identificou mais dentro do curso, e comunicação empresarial. Apesar de acreditar ter tomado a decisão certa, ela quer ainda fazer Jornalismo e Publicidade e Propaganda.
Já a estudante de Educação Física, Érica Fernanda Alves, 23 anos, não tomou a decisão tão cedo, nem muito tarde. Ela descobriu que queria fazer o curso, no ensino médio, inspirada pela atuação de um bom professor, que ela admira até hoje. Érica, que está a um ano de sua formatura, conta que o curso é um laboratório interessante principalmente para quem gosta de esportes. Para ela, é preciso ter muita cautela na escolha do curso, uma vez que o investimento é muito alto, além de boa parte de nosso futuro depender da escolha que fizermos ao entrar em uma universidade.

sexta-feira, 20 de junho de 2008



As amizades que temos na vida não passam com muita facilidade, no caso de amizades que transcendem o tempo, a distância, serão sempre relembradas com muita nostalgia.


As amizades que temos na vida não passam com muita facilidade, no caso de amizades que transcendem o tempo, a distância, serão sempre relembradas com muita nostalgia.

quarta-feira, 4 de junho de 2008

O ano dos estudantes, 1968



















Foi um ano em que os jovens fizeram toda a diferença. Naquele ano, um sentimento revolucionário rondava os ares do mundo. Os jovens saiam em busca de suas liberdades, a de ir e vir, de expressão, sexuais, além da defesa das minorias e dos direitos humanos. Uma juventude que se refugiou nas drogas. Mas ela não se submetia a manipulação da opinião pública por meio das mídia, mas se reunia para mudar o cenário de repressão existente no mundo na época. E os jovens brasileiros e mineiros lutaram bravamente, movendo as custas de muita dor e sangue a história do ano que não acabou.



Hoje, 40 anos se passaram, e outras gerações se seguiram. O espírito revolucionário ainda existe entre os jovens de nossa geração?




Naquele tempo os estudantes se reuniam para discutir o destino político do país, ou para debater e protestar contra a manipulação da mídia, que se submetia a vontade do governo para veicular qualquer informação e contra a repressão imposta pelo governo do país.




Hoje os jovens tem liberdade de atuar, protestar, propor novas ações, mas será que em meio a tanta liberdade é o que eles realmente querem fazer nos dias de hoje?
Para a auxiliar administrativo, Érica Fernanda Alves, os jovens não se reunem em classes por não possuirem ideais que visem o todo, a sociedade de modo geral. Ela acredita que os jovens de hoje se tornaram individualistas. "O capitalismo trouxe aos jovens a falta de desejo pela luta, pela contestação, aceitando tudo aquilo que é proposto pelos governantes de maneira passifica".



A Estudante de direito, Debora Toledo, acredita que o desenvolvimento fez com que os jovens dessa geração se acomodassem. "Hoje não há luta, os jovens são pacatos, aceitam a desigualdade, a impunidade e a corrupção, muitas vezes, sem dizer uma palavra sequer aos governantes".



Muitos jovens daquele tempo tiveram seus sonhos frustrados. Alguns se refugiaram nas drogas e na violência. Para outros, os que decidiram seguir outro caminho se refugiaram na política.

E hoje, será que os sonhos serão realizados? A esperança é de que serja possível reunir novamente os jovens em prool de uma causa nobre, da busca por um país ou um mundo mais justo. Fazer renascer a união dos jovens em busca da realização do sonho de uma sociedade mais justa, fazendo assim valer todo o sangue e lágrimas derramadas pela geração que fazia história a 40 anos atrás.











Saiba mais: Palestra de Otávio Dulci sobre 68

Transformações culturais, políticas e sociais

O cenário de 1968